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Basquete de MS ganha piso, tabelas e placares, mas corre risco de não usar

Nos meses de junho e julho, o basquete de Mato Grosso do Sul estará recebendo materiais de primeira linha, como piso flutuante, placar eletrônico e tabelas. É o mesmo tipo de equipamento utilizado em grandes ligas nacionais, como o Novo Basquete Brasil (NBB). Graças a um convênio firmado entre a Confederação Brasileira de Basketball e o Ministério do Esporte, a CBB destinou ao estado um kit no valor de R$ 497 mil. Só que, por falta de local adequado para a instalação, esses materiais podem nem sequer ser colocados à disposição da comunidade em Campo Grande.

A preocupação é do presidente da Federação de Basketball de Mato Grosso do Sul (FBMS), Eduardo Marques de Souza Costa, o Batata. Segundo o dirigente, o ginásio mais apropriado para o emprego desse conjunto seria o Guanandizão. Mas as más condições do local - com infiltrações na cobertura - poderiam causar a rápida deterioração do novo piso.

- Do jeito que o ginásio está, não tem condições. Não se pode colocar um piso de primeiro mundo em um lugar que não atende aos requisitos mínimos de conservação. Tenho esperança de que os gestores do município e do estado cheguem a um entendimento, façam um convênio e percebam que esse investimento que o basquete traz é muito grande, vai alavancar não só o basquete, mas o esporte de um modo geral - disse Batata.

Os placares de pontuação e de 24 segundos - que controlam o tempo para arremesso no basquete - já foram entregues à FBMS e estão armazenados no Guanandizão. Em julho, serão entregues o piso desmontável e as tabelas. Batata explica que tanto o placar como o piso não são exclusivos ao basquete, e podem ser aplicados a outras modalidades.

Desde 2012, o Guanandizão é administrado pela prefeitura de Campo Grande, por meio da Fundação Municipal de Esporte (Funesp). Erguido há 31 anos, o local nunca passou por reforma geral. Entre os principais problemas do equipamento esportivo, estão a infiltração na cobertura, piso deteriorado e danos nas instalações hidráulicas e elétricas.

A assessoria de imprensa da Funesp informou que a fundação fez um estudo das necessidades para o Guanandizão e entregou o projeto ao Ministério do Esporte em 2012 e em 2014. O projeto em análise pelo Ministério prevê R$ 17,3 milhões para a reforma. O diretor da Funesp, José Eduardo Amancio da Mota, concorda que é preciso fazer melhorias para que atletas e público possam ser bem recebidos, porém, pelo alto valor orçado, no momento não há como realizar as melhorias com recursos próprios da prefeitura.

Caso não seja viável instalar os equipamentos no Guanandizão, a FBMS planeja levar o conjunto para algum ginásio no interior do estado.


Por Helder Rafael/GE

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